Quando esperava tudo escuro
O medo não há
Suave, sutil e simples
Avermelhado o céu está
Tênue luz ao fundo que se apaga
Distante, ao longe mais um clarão tardara
Uma alma vagueia em insônia
Sobre um amor ou alguém a que muito acabara
Voz forte vibra
Esforço tremendo que fazia
Temo esta carta
ser a ultima de meu dia
Escrevo pois sono me falta
Escrevo pois memória me sobra
Talvez a realidade que vigora
Doa mais que o sonho de outrora.
D.C.F
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