Meus olhos fixam em um ponto
Passado tempo que já nem conto
Ainda não consigo desviar
Continuo mantendo o olhar
Na realidade, visualizo o interior
Não o quadro da escrava perdida
Que paira em mesma medida
Enquanto a mente vai; todo vapor
Copos e copos
Segundos e minutos
Vão passando e passando
Mas continuo... encarando
Até que a taça caia no chão
E o som rompa minha visão
Estilhaçado, fragmentado
Finalmente vejo o outro lado.
D.C.F
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